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Inspirada pelo representante da pop arte Robert Rauschenberg e pelo período pós-guerra dos anos 40, Isabela Capeto acredita que é hora de reinventar o que já existe. Para isso, reaproveita tecidos e aviamentos, usa colagens e mistura materiais em uma coleção criativa que mescla o étnico e a boêmia. Apesar da alma hippie, sua mulher não dispensa toques necessários de glamour, seja nos tecidos como cetim de seda e tafetá, ou no brilho sutil. Os bordados, marca registrada da estilista, aparecem mais calmos e misturados às estampas. Os comprimentos das saias e vestidos são democráticos e vão do mini balonê ao longo esvoaçante. As calças e macacões ganham um leve volume nas pernas e boca afunilada. A dose romântica fica por conta de detalhes como um babado na manga, laçarotes caídos nas laterais das peças, cinturas desenhadas por cintos largos e bolsinhas a tiracolo.
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